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ANÁLISE: A História mostra que ambições golpistas não deveriam ser subestimadas

Os eventos desta quarta-feira (26) deixaram claro que toda a farsa montada pelo entorno de Jair Bolsonaro sobre as rádios do Nordeste nada mais é do que uma tentativa de desacreditar o processo eleitoral e justificar uma tentativa de adiar as eleições. Esse movimento tem nome: golpe. E quem apoia, golpista é.

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Mentira, desinformação e crime eleitoral: campanha de Bolsonaro tenta melar eleições na reta final e terá que responder à Justiça

Este quarta-feira (26) foi marcada por uma série de tentativas – todas refutadas – da campanha de Jair Bolsonaro em criar fatos políticos para colocar suspeitas sobre a lisura do processo eleitoral. Bolsonaristas insuflaram ataques à Justiça eleitoral, espalharam teorias da conspiração envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral para pedir adiamento do segundo turno das eleições. O TSE, emissoras de rádio, e a imprensa passaram o dia desmentindo fake news. O Curto News explica!

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Crime de assédio eleitoral: o que é, multa prevista e como denunciar

Entre o 1º e o 2º turno destas eleições, denúncias de assédio eleitoral tiveram 800% de aumento, segundo o Ministério Público do Trabalho. O salto no número de denúncias levou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, a relembrar que isso é crime. “Não é possível que, em pleno século 21, se pretenda coagir o empregado em relação ao seu voto”, disse o ministro. Quando se compara o total de denúncias entre o período eleitoral de 2022 e o último ano de eleições gerais, em 2018, o aumento foi de 500%. Entenda o que é assédio eleitoral e como denunciar casos.

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Servidor do TSE é exonerado por suposta atuação política; ex-funcionário faz denúncias à PF

O jornal Folha de S.Paulo traz reportagem sobre a demissão do funcionário Alexandre Gomes Machado, que trabalhava na Secretaria Judiciária, integrante da Secretaria-Geral da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Ele foi exonerado após colegas acusarem de dificultar a análise de alegações de Jair Bolsonaro (PL) sobre boicote de rádios. Ele procurou a Polícia Federal para prestar depoimento dando sua versão sobre a demissão, afirmando que apenas denunciava falhas de fiscalização das propagandas eleitorais.

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