IA auxilia pós cirurgias
Pesquisadores da Johns Hopkins desenvolveram um modelo de inteligência artificial (IA) capaz de prever complicações graves — como ataque cardíaco, AVC ou morte — em até 30 dias após cirurgias, com precisão muito superior aos escores de risco usados atualmente.
O diferencial está no uso de eletrocardiogramas (ECG) de rotina, combinados com machine learning. O modelo que utiliza apenas os sinais do ECG já supera os escores tradicionais (que acertam cerca de 60% dos casos). Um modelo “fusão”, que incorpora também dados demográficos e condições médicas preexistentes, atinge acurácia de ~85%.
Essa inovação traz várias implicações:
Para o contexto brasileiro, essa tecnologia pode ter grande aplicabilidade:
O uso de IA para prever complicações cirúrgicas a partir de ECG rotineiro é um avanço promissor. Ele potencialmente eleva o patamar da avaliação de risco, tornando-a mais precisa, acessível e integrada ao fluxo clínico. Porém, como toda tecnologia emergente, exige validação ampla, transparência no uso e atenção aos impactos éticos.
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Este post foi modificado pela última vez em 17 de setembro de 2025 15:30
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