Em uma mensagem acalorada enviada a pesquisadores via Slack na noite de segunda-feira (30), o CEO da OpenAI, Sam Altman, criticou as táticas de recrutamento da Meta como “de mau gosto”. Ele defendeu a construção da Inteligência Artificial Geral (AGI) na OpenAI como algo mais recompensador do que simplesmente buscar salários mais altos. A informação foi divulgada pela WIRED.
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Detalhes do que disse Altman
- Altman afirmou que a Meta não conseguiu contratar os principais talentos que almejava, apesar de oferecer pacotes de até US$ 300 milhões em quatro anos, sugerindo que a empresa teve que recorrer a nomes “bem abaixo em sua lista”.
- O CEO prometeu que a OpenAI está revisando a compensação em toda a divisão de pesquisa, argumentando que as ações da empresa têm “muito, muito mais potencial de valorização” do que as da Meta.
- Ele também alertou que as táticas da Meta poderiam criar “problemas culturais profundos”, contrastando a cultura da OpenAI, focada em sua missão, com uma mentalidade de “moda passageira”.
- Nesta semana, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, apresentou o “Meta Superintelligence Labs” aos funcionários, anunciando a contratação de 11 novos talentos vindos da OpenAI, Google e Anthropic.
Por que isso é importante
Altman está mobilizando suas equipes diante do que o CRO Mark Chen comparou a “alguém invadindo nossa casa”. A esperança é que a cultura e a atmosfera da OpenAI prevaleçam sobre as ofertas “mercenárias” da Meta. No entanto, só o tempo dirá o impacto dessas perdas tanto na liderança de modelos da OpenAI quanto na remodelação das operações de inteligência artificial da Meta.
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