Inteligência artificial cria primeiros vírus funcionais em laboratório
Créditos da imagem: Curto News/ChatGPT

Inteligência artificial cria primeiros vírus funcionais em laboratório

Pesquisadores de Stanford e do Arc Institute anunciaram a criação dos primeiros vírus totalmente novos, projetados por inteligência artificial (IA), capazes de infectar e matar bactérias — um marco na biologia computacional.

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Principais destaques
  • Os cientistas treinaram um modelo de IA chamado Evo com 2 milhões de vírus e pediram que ele projetasse novas versões. Em laboratório, 16 de 302 tentativas se mostraram funcionais.
  • Esses vírus continham 392 mutações inéditas na natureza, incluindo combinações que pesquisadores já haviam tentado, sem sucesso, criar manualmente.
  • Quando bactérias desenvolveram resistência a vírus naturais, as versões projetadas pela IA conseguiram superar as defesas em poucos dias.
  • Uma das variantes sintéticas incorporou um componente de um vírus distante, algo que os cientistas tentavam há anos sem êxito.
Por que importa

Estamos no início de uma nova era de descobertas científicas impulsionadas por IA. Como destacou o Arc Institute, “a transição de ler e escrever genomas para projetá-los representa um novo capítulo na capacidade de engenhar a biologia em seu nível mais fundamental.”

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