ChatGPT-4: versão nova conta com problemas antigos

A OpenAI anunciou nesta semana a atualização do ChatGPT. Agora, usuários assinantes da ferramenta já podem usar o GPT-4, que conta com uma série de novas funções, incluindo o uso de imagens e uma base de dados maior. No entanto, apesar de impressionar, a OpenAI afirmou que o GPT-4 ainda pode ser falho e pode “alucinar” em conceitos complexos. A recomendação da empresa é não usar a plataforma para contextos de alto risco.



Em um comunicado emitido pela empresa, foi exposto que o GPT-4 não é totalmente confiável. De acordo com a própria OpenAI, o GPT-4 sofre com problemas de raciocínio, ainda é muito ingênuo e falha em problemas difíceis. Isso reforça ainda mais a necessidade do humano manusear a máquina com atenção e cautela. 

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“À medida que os sistemas de IA se tornam mais prevalentes, alcançar altos graus de confiabilidade nessas intervenções se tornará cada vez mais crítico. Por enquanto, é essencial complementar essas limitações com técnicas de segurança em tempo de implantação, como monitoramento de abuso”, informou a empresa.

Resultado do exame (OpenAI traduzido com o Google Translator)

GPT-4 é eficiente mas problemas persistem

Apesar de admitir problemas internos do sistema, a empresa ressaltou que a atuação da ferramenta é eficiente. Além disso, a OpenAI contratou uma série de profissionais para usar a IA de forma crítica e enviar feedbacks para melhorias do sistema. 

Resultado do exame (OpenAI traduzido com o Google Translator)

De acordo com testes internos, o ChatGPT-4 é 40% melhor do que a última versão. A OpenAI disse que diminuiu a tendência da IA de responder a comandos de conteúdo sensível em 82% em comparação com o GPT-3.5. Em casos técnicos ou nocivos ao ser humano, como solicitações médicas, automutilação ou temas confidenciais, a ferramenta melhorou seu desempenho em 29%. Desse modo, reduziram as chances do uso do Chat de forma nociva.

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