Produtores de crédito de carbono advindos da Amazônia brasileira poderão comercializar seus direitos de emissão em um ambiente virtual - marketplace - de ativos digitais próprio. A tecnologia, que envolve a tokenização desses créditos, foi desenvolvida pela startup norte-americana Betablocks, especializada em infraestrutura blockchain.
A reportagem do jornal Valor Econômico explica que a plataforma vai conectar gestores de florestas e produtores de crédito de carbono diretamente a empresas e indivíduos que desejam utilizá-los para compensar suas emissões.
O marketplace poderá abrigar projetos em áreas degradadas, iniciativas de preservação ambiental e de recuperação de mata nativa, além de fundos institucionais, consultorias e organizações que visam viabilizar estratégias de neutralização de carbono.
A Betablocks – que foi selecionada pelo programa Elos da Amazônia, do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) – se instalou em Manaus para ficar mais próxima dos produtores de crédito de carbono e de iniciativas para desenvolver esse mercado.
Leia também:
Este post foi modificado pela última vez em 31 de dezembro de 2022 15:38
Um dos maiores desafios da medicina moderna está nos chamados "casos sem resposta": pacientes que…
A Argentina deu um passo inédito na corrida global pela inteligência artificial (IA). O governo…
A corrida global pela inteligência artificial (IA) acaba de ganhar uma nova fronteira: o espaço.…
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser uma promessa tecnológica distante para se tornar…
A inteligência artificial (IA) acaba de alcançar mais um marco simbólico na educação superior. Um…
A inteligência artificial (IA) está transformando setores inteiros da economia, impulsionando avanços em saúde, educação,…