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Curto Tecnologia

Trabalhadores quenianos receberam menos de US$ 2/h para remover conteúdo tóxico do ChatGPT

24-jan 15:22
1 min
Créditos da imagem: Reprodução/Unsplash

Só se fala em ChatGPT! Considerada uma das inovações tecnológicas mais impressionantes de 2022, a plataforma que pode gerar textos sobre praticamente qualquer tema – até uma mensagem romântica para o namorado – acumulou mais de um milhão de usuários em apenas uma semana. 😯 Mas parece que nem tudo são flores. Uma reportagem exclusiva da revista TIME expôs que a criadora do ChatGPT, a OpenAI, usou trabalhadores quenianos terceirizados que ganham menos de US$ 2 por hora para tornar a plataforma ‘menos tóxica’. Saiba mais!

Segundo a reportagem (*), a OpenAI construiu um mecanismo de segurança adicional – alimentado por inteligência artificial (IA) – com o objetivo de detectar linguagem tóxica, como comentários violentos, sexistas e racistas, e removê-la de suas plataformas.

Para isso, contratou a Sama: uma empresa sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, que emprega trabalhadores no Quênia, Uganda e Índia para rotular dados para clientes do Vale do Silício como Google, Meta e Microsoft.

A TIME constatou que o salário líquido dos empregados da Sama variava entre US$ 1,32 e US$ 2 por hora, dependendo da antiguidade e do desempenho. 😔

A OpenAI está negociando com investidores para levantar fundos. A Microsoft anunciou que investirá “bilhões” para ampliar sua associação com a companhia, segundo um comunicado conjunto das duas empresas difundido nesta segunda-feira (23).

 Esse investimento pode tornar a OpenAI, fundada em São Francisco em 2015 com o objetivo de construir máquinas superinteligentes, uma das empresas de inteligência artificial mais valiosas do mundo. 🤑

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(*): Conteúdos em outros idiomas traduzidos pelo Google Tradutor

(🇬🇧): conteúdo em inglês

(🚥): pode exigir registro e/ou assinatura