Bom dia. Esta sexta-feira, 8 de julho de 2022, já foi marcada pelo assassinato a tiros do ex-primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe. Seguem surgindo dados que mostram que para a maioria das grandes empresas ainda não caiu a ficha da importância de fato do compromisso com a sustentabilidade. E Bolsonaro, como sempre, voltou a questionar o sistema eleitoral brasileiro
(FILES) In this file photo taken on April 25, 2019 Japan's Prime Minister Shinzo Abe leaves the Bratislava Castle after a Visegrad group countries (V4) and Japan meeting in Bratislava. - Abe has been confirmed dead after he was shot at a campaign event in the city of Nara on July 8, 2022, public broadcaster NHK and Jiji news agency reported. (Photo by VLADIMIR SIMICEK / JIJI PRESS / AFP) / Japan OUT
Essa sexta-feira (8) começou com uma notícia triste e preocupante. O ex-primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe foi assassinado a tiros durante um evento político na região de Nara (BBC, com imagens do ataque)*. Aos 67 anos, Abe participava de um comício para as eleições para o Senado no próximo domingo. Segundo o governo japonês, o suspeito de ter feito os disparos, um homem de 40 anos, foi detido.
No Japão, ataques com armas de fogo são raros. O País tem uma das legislações mais rigorosas no mundo contra a posse de armas (The Guardian)*.
O ataque foi condenado pelas principais lideranças mundiais e reforçou os temores sobre o crescimento do uso da violência no cenário político global.
E emergem mais dados sobre o fraco comprometimento das grandes empresas com a sustentabilidade.. A agência de notícias AFP informou que mais de um terço das 2 mil maiores empresas de capital aberto do mundo adotaram metas de neutralidade de carbono para até 2050, mas essas promessas seguem definições variáveis, sem verificação e parecem mais parte de uma estratégia de comunicação de ¨maquiagem verde¨, ou seja, mais marketing do que fato. Ao longo do dia, nós vamos trazer mais detalhes sobre esse tema.
No rescaldo de quinta-feira, o governo Bolsonaro tenta digerir o revés pelo adiamento de ontem (Estadão, para assinantes) para o dia 12 próximo da votação da PEC ¨Kamikaze¨, que prevê uma avalanche de benefícios para setores da sociedade a pouco mais de 3 meses das eleições 🧐.
O presidente Bolsonaro, seguindo sua rotina, voltou ontem a questionar o processo eleitoral, com mais ameaças veladas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, alertou que o Brasil pode enfrentar nas eleições incidentes mais graves do que a invasão do congresso dos Estados Unidos (Folha de S. Paulo, para assinantes), no início de 2021.
(Foto no topo: AFP / 25.04.2019)
(*) Tradução via Google Tradutor
Este post foi modificado pela última vez em 2 de setembro de 2022 12:44
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