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Ministério Público quer cassar a chapa de Cláudio Castro

O atual governador do Rio de Janeiro pode não conseguir realizar seu segundo mandato devido aos escândalos de corrupção. O Ministério Público Eleitoral pediu a cassação da chapa de Cláudio Castro (PL). O MP entrou com o pedido nesta quarta-feira (15) contra o governador reeleito e mais 11 pessoas. 

Publicado por
Brenda Barros

Cláudio Castro foi acusado de abuso de poder político e econômico. Haviam esquemas de desvios de dinheiro na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). 

Os desvios eram feitos a partir de projetos sociais. No caso da CEPERJ, funcionários sacaram mais de R$ 220 milhões em espécie. Uma série de denúncias foram feitas de pagamentos irregulares.

Reprodução: Agência Brasil

O que aconteceria se Cláudio Castro e sua chapa fossem presos?

Se a prisão se concretizar, Cláudio Castro será o sexto governador do Rio de Janeiro a ser afastado ou preso. Antes dele, tiveram Luiz Fernando Pezão, Sérgio Cabral, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Moreira Franco. Além disso, o último governador, Wilson Witzel, foi afastado e enfrenta problemas na Justiça.

Segundo análise do comentarista da GloboNews, Marcelo Lins, se Castro for preso, o segundo colocado nas eleições não assume. Castro teve uma ampla vantagem em relação a Marcelo Freixo (PSOL) e novas eleições aconteceriam no Estado. 

Freixo se manifestou nas redes sociais:

Lista dos acusados:

  • Cláudio Bonfim de Castro e Silva (PL);
  • Thiago Pampolha Gonçalves (vice-governador – União Brasil);
  • Rodrigo da Silva Bacellar (ex-secretário de Governo e deputado estadual reeleito – PL);
  • Gutemberg de Paula Fonseca (ex-secretário de Esporte, Lazer e Juventude e eleito suplente de deputado federal – PL);
  • Leonardo Vieira Mendes (ex-secretário de Defesa do Consumidor e deputado estadual reeleito – PSC);
  • Aureo Lídio Moreira Ribeiro (deputado federal eleito – Solidariedade);
  • Bernardo Chim Rossi (ex-deputado estadual – Solidariedade);
  • Allan Borges (ex-subsecretário Estadual de Infraestrutura e Obras);
  • Max Lemos (secretário Estadual de Infraestrutura e Obras e deputado federal eleito – PROS);
  • Marcos Venissius da Silva Barbosa (eleito suplente de deputado federal – Podemos);
  • Patrique Welber Atela (secretário Estadual de Trabalho e Renda);
  • Danielle Christian Ribeiro Barros (secretária Estadual de Cultura e Economia Criativa).

Leia também:

Este post foi modificado pela última vez em 15 de dezembro de 2022 15:43

Brenda Barros

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