O medo de um desastre nuclear no continente europeu só aumenta. Nesta quinta (11) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) classificou como grave a situação na usina de Zaporizhzhia, ocupada por russos na Ucrânia. As duas nações voltaram a trocar acusações após novos ataques na região.
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Após novos ataques na região da usina de Zaporizhzhia – a maior central nuclear da Europa -, nesta quinta-feira (11), o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, reiterou a importância da entrada de técnicos da agência para avaliar riscos de vazamentos.
“Reitero que é uma situação séria, grave”, disse Grossi em reunião virtual no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele alertou para a situação grave, diante dos ataques constantes na guerra entre Ucrânia e Rússia.
A visita à usina deve ser coordenada com o auxílio de Moscou, cujas forças militares ocupam as instalações desde o início de março, e também com a participação de Kiev, que precisa facilitar o acesso ao local, disse o chefe da AIEA.
Veja também: Ucrânia diz que ataque russo danificou sensores de usina nuclear
Fonte: AFP
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Este post foi modificado pela última vez em 11 de agosto de 2022 19:28
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