A investigação da Polícia Federal sobre a suspeita de um esquema de desvio de recursos e rachadinha no Palácio do Planalto sob a gestão de Jair Bolsonaro identificou a realização de depósitos em dinheiro vivo para a então primeira-dama Michelle Bolsonaro. Veja mais no Curto Flash, a nossa seleção das principais manchetes do momento. Jogo curto e rápido!
Esses repasses eram operacionalizados, de acordo com a PF, pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, preso no último dia 3 de maio por suspeita de articular um esquema de fraude em certificados de vacinação. (UOL)
O governo Bolsonaro comprou 19 toneladas de bisteca para compor cestas básicas que deveriam ser enviadas ao Vale do Javari, no Alto Solimões (AM), mas a carne congelada nunca chegou às comunidades indígenas.
As suspeitas de irregularidades não param por aí. A gestão passada desrespeitou recomendações técnicas da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e pagou R$ 4,4 milhões para adquirir sardinha enlatada e linguiça calabresa para enviar ao Território Indígena Yanomami no meio de uma crise humanitária. Os alimentos, contudo, não são tradicionalmente consumidos pelos indígenas e podem gerar doenças. (Estadão) 🚥
O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para tornar réus mais 245 denunciados por envolvimento nos atos golpistas do 8 de Janeiro. A Corte julga o 4º grupo de investigados, totalizando 795 das 1.300 denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República. (Poder360)
Passageiros que tentaram usar aplicativos de transporte como Uber e 99 nesta segunda (15) enfrentaram cancelamento de corridas, maior tempo de espera e aumento de até 50% nos preços em São Paulo. O motivo é a greve de motoristas, que pedem aumento no pagamento feito pelas plataformas e melhores condições de trabalho. Também houve paralisação no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. (Folha de S.Paulo) 🚥
Esta semana, um bebê de dois anos, de Santa Catarina, foi encontrado a 700 quilômetros de casa, em São Paulo. O Fantástico, programa da TV Globo, entrevistou com exclusividade a mãe e a avó da criança, em um caso que é investigado pela polícia como tráfico de pessoas.
A jovem, de 22 anos, é mãe solo, mora em Santa Catarina e prefere não ser identificada. “Eu tive um surto e resolvi entregar a criança a ele, mas sem pensar que poderia ser uma quadrilha de tráfico ou algo do tipo”, revelou. Ela tentou contra a própria vida e foi socorrida na UTI de um hospital, onde ficou em coma. (g1)
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Este post foi modificado pela última vez em 15 de maio de 2023 18:03
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