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Vídeos revelam ataques violentos em estradas e acampamentos bolsonaristas pelo país

Mesmo com ações da Polícia Rodoviária Federal e das polícias locais para impedir bloqueios em rodovias, cenas de violência envolvendo extremistas de direita estão circulando pela internet. Caminhoneiros são atacados, veículos queimados - inclusive ambulâncias - e até civis estão sendo feitos reféns e humilhados em nome de um patriotismo que não aceita o resultado das urnas.

Publicado por
Marcela Guimarães

As cenas são fortes e vão muito além de atos de protesto

São ataques violentos, armados sem nenhuma repressão policial, como o que ocorreu com um caminhoneiro em Rondônia:

Há uma série de vídeos circulando pelas redes sociais, em que homens de verde e amarelo agridem pessoas, incendeiam veículos e atiram contra alvos que consideram contrários ao movimento bolsonarista.

Originally tweeted by LÚCIFER (@Belzebu____666) on 21 de November de 2022.

Barrando estudantes do Enem

Neste outro post, estudantes que iriam fazer o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no último domingo (20), tiveram que andar quilômetros a pé sob ameaças e humilhações de bolsonaristas:

Humilhação para quem zomba de “patriota”

Em Santa Catarina, um homem foi feito refém, obrigado a vestir a bandeira nacional e pisar num boné do MST em meio a uma série de xingamentos e humilhações:

Terrorismo e tática black bloc

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Catarina afirma que os extremistas usaram métodos parecidos com os de ‘terroristas’ e ‘black blocs’. Segundo a nota da PRF, na maior parte dos 30 bloqueios foram usadas bombas caseiras, rojões, óleo derramado intencionalmente na pista, pregos, pedras, além de barricadas com pneus queimados.

O movimento black bloc surgiu na Europa nos anos 1980 e chegou às cidades brasileiras nos protestos de 2013 contra o aumento da tarifa do transporte público. O grupo é conhecido por andar encapuzado e promover ações violentas com uso de bombas e depredação.

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(🇬🇧): conteúdo em inglês

(*): conteúdos em outros idiomas são traduzidos pelo Google Tradutor

Este post foi modificado pela última vez em 24 de novembro de 2022 19:15

Marcela Guimarães

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