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Últimas da Ucrânia: Zelensky pede para que países do G7 forneçam mais armas

Por: Redação Curto News
7-dez 9:36
78 min

Zelensky descarta ideia de trégua curta com a Rússia. Acompanhe as últimas notícias sobre o conflito armado entre Rússia e Ucrânia no continente europeu.

Guerra na Ucrânia: tudo o que você precisa saber sobre o conflito

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13 de dezembro – terça-feira

  • Um dirigente da região ucraniana de Kherson, ocupada pela Rússia, ficou ferido na explosão do veículo em que viajava, reportaram as agências de notícias na segunda-feira (12), citando autoridades instaladas por Moscou. (AFP)
  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu para que os países do G7 entreguem mais armas e que forneçam gás à Ucrânia, que enfrenta a chegada do inverno boreal com uma infraestrutura bastante afetada por ataques russos. (AFP)

12 de dezembro – segunda-feira

  • O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou ontem (11) com o chefe de Estado da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a quem reafirmou o apoio veemente de Washington a seu país e celebrou a “abertura a uma paz justa” por parte de Kiev, anunciou a Casa Branca. (AFP)
  • Pelo menos duas pessoas morreram e cinco ficaram feridas em ataques aéreos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia, informou seu governador no domingo (11). (AFP)

09 de dezembro – sexta-feira

  • A Ucrânia acusou a Rússia nesta sexta-feira (9) de deter dois funcionários da usina nuclear de Zaporizhzhia (sul), ocupada por Moscou, depois de “espancá-los violentamente”. (AFP)

08 de dezembro – quinta-feira

  • O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu na quarta-feira (7) um aumento na tensão nuclear, embora tenha insistido em que não será o primeiro a usar esse tipo de arma no conflito com a Ucrânia. (AFP)
  • O presidente russo, Vladimir Putin, garantiu nesta quinta-feira (8) que seu país continuará a bombardear infraestruturas energéticas ucranianas, em resposta aos ataques atribuídos a Kiev na península anexada da Crimeia. (AFP)

07 de dezembro – quarta-feira

  • O presidente Volodymyr Zelensky visitou na terça-feira (6) uma localidade do leste da Ucrânia próxima a Bakhmut onde forças de Kiev travam há meses uma batalha contra tropas russas. (AFP)
  • Um caminhão do exército russo e um micro-ônibus civil colidiram em uma área do leste da Ucrânia sob controle de Moscou, um acidente que deixou pelo menos 16 mortos e quatro feridos, informaram as autoridades locais nesta quarta-feira. (AFP)

06 de dezembro – terça-feira

  • A Ucrânia tentava nesta terça-feira (6) restaurar o serviço de energia elétrica após os últimos ataques russos, que provocaram apagões em todo o país, em um momento de frio intenso. (AFP)

05 de dezembro – segunda-feira

  • Mais de 500 localidades ucranianas continuavam sem energia elétrica no domingo (4), após os bombardeios russos das últimas semanas que afetaram a infraestrutura de energia do país, informou o ministério do Interior. (AFP)
  • O teto ao preço do petróleo russo decidido pelas potências ocidentais não terá impacto na ofensiva de Moscou na Ucrânia, afirmou o Kremlin nesta segunda-feira (5). (AFP)
  • Duas bases aéreas russas, localizadas no centro do país, foram alvo de ataques ucranianos com drones nesta segunda-feira (5), que deixaram três mortes – informou o Ministério russo da Defesa em um comunicado. (AFP)

02 de dezembro – sexta-feira

  • Até 13.000 soldados ucranianos morreram desde o início da invasão russa em fevereiro, afirmou um assessor do presidente Volodymyr Zelensky. (AFP)
  • O presidente russo, Vladimir Putin, disse ao chefe de Governo alemão, Olaf Scholz, nesta sexta-feira (2), que os ataques maciços da Rússia às infraestruturas de energia da Ucrânia são “necessários e inevitáveis” e denunciou a postura “destrutiva” do Ocidente em apoiar o governo ucraniano. (AFP)
  • O Kremlin rejeitou, nesta sexta-feira (2), as condições apresentadas pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para um diálogo com o chefe de Estado da Rússia, Vladimir Putin, sobre a Ucrânia e insistiu que Moscou prosseguirá com sua ofensiva. (AFP)

01 de dezembro – quinta-feira

  • Quase metade da rede de energia elétrica da Ucrânia permanece fora de serviço nesta quinta-feira (1º), uma semana depois dos últimos bombardeios russos contra infraestruturas do setor – informou a operadora DTEK, que destacou os esforços dos funcionários para concluir os reparos. (AFP)

29 de novembro – terça-feira

  • À medida que a cerimônia de entrega do Prêmio Nobel da Paz se aproxima, a chefe de uma das organizações contempladas com a honraria pediu nesta segunda-feira (28) que a comunidade internacional forneça armas à Ucrânia para ajudar o país a se defender e acabar com as atrocidades. (AFP)
  • A guerra na Ucrânia aumentou o risco do uso de armas de destruição em massa, incluindo armas químicas – alertou na segunda-feira (28) o presidente da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq), Fernando Arias. (AFP)
  • A Rússia expressou sua “indignação” com as declarações do Papa Francisco, nas quais classificou como “cruéis” as minorias étnicas russas que participam da intervenção militar na Ucrânia – informaram várias agências de notícias nesta terça-feira (29). (AFP)
  • O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, alertou nesta terça-feira (29) que a Rússia pretende usar o inverno como uma “arma de guerra”, no início de uma reunião da aliança militar que pretende intensificar a ajuda à Ucrânia para recuperar sua rede elétrica devastada. (AFP)

28 de novembro – segunda-feira

  • As autoridades ucranianas afirmaram, nesta segunda-feira (28), que preveem uma nova onda de bombardeios por parte da Rússia esta semana, após os ataques contra infraestruturas críticas que provocaram cortes de água e de energia elétrica, inclusive na capital Kiev. (AFP)

24 de novembro – quinta-feira

  • A Rússia deu sequência, na quarta-feira (23), à estratégia de bombardear a infraestrutura da Ucrânia, causando cortes no fornecimento de água e eletricidade a várias cidades, e disse estar confiante no “sucesso” de sua ofensiva, apesar dos contratempos sofridos em nove meses de guerra. (AFP)
  • As três centrais nucleares ucranianas sob controle de Kiev foram reconectadas à rede elétrica depois de um corte na quarta-feira provocado pelos bombardeios russos, informou nesta quinta-feira o ministério da Energia. (AFP) 

23 de novembro – quarta-feira 

  • O plenário do Parlamento Europeu aprovou, nesta quarta-feira (23), uma resolução que qualifica a Rússia como “país promotor do terrorismo” por sua guerra contra a Ucrânia, e pediu aos 27 países do bloco que acompanhem este reconhecimento. (AFP) 
  • Ao menos três civis, incluindo um recém-nascido, morreram em novos bombardeios russos na Ucrânia, o que levou o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski a acusar Moscou de provocar o “terror” em seu país. (AFP)
  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, alertou, na terça-feira (22), que a Rússia está tentando usar as temperaturas frias do inverno como uma “arma de destruição em massa”, através de bombardeios das infraestruturas de energia. (AFP)

22 de novembro – terça-feira

  • A vida de milhões de ucranianos corre perigo neste inverno, após a Rússia bombardear as infraestruturas de energia do país, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (21). (AFP)
  • O Ministério Público ucraniano afirmou, nesta segunda-feira (21), que descobriu quatro “locais de tortura” usados pelos russos enquanto ocupavam Kherson, uma cidade no Sul da Ucrânia recuperada pelas forças de Kiev em 11 de novembro. (AFP)

21 de novembro – segunda-feira

  • Rússia e Ucrânia trocaram acusações no domingo (20) sobre bombardeios contra a central nuclear de Zaporizhzhia, que fica no Sul do território ucraniano e está sob controle do exército russo. (AFP) 
  • O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) denunciou, no domingo (20), ataques “deliberados e seletivos” contra a central nuclear de Zaporizhzhia e pediu o fim do que chamou de “loucura”, da qual Rússia e Ucrânia se acusam mutuamente. (AFP) 

19 de novembro – sábado

  • O novo primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, faz sua primeira visita a Kiev neste sábado (19) desde que foi designado para o cargo para reafirmar o apoio à Ucrânia na guerra com a Rússia, anunciaram os governos dos dois países. O Reino Unido “sabe o que significa lutar pela liberdade”, escreveu Sunak no Twitter. “Estamos com vocês ao longo do caminho”. (AFP)
  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, descartou nesta sexta-feira (18) a ideia de uma “trégua curta” com a Rússia, dizendo que isso só pioraria as coisas. “Uma paz genuína, duradoura e honesta só pode ser o resultado de um término completo da agressão russa”, disse o presidente russo. (AFP)

18 de novembro – sexta-feira

  • A Rússia afirmou, nesta sexta-feira (18), que espera uma troca de prisioneiros com os Estados Unidos que inclua o comerciante de armas russo Viktor Bout, detido pelas autoridades americanas. (AFP)
  • Mais de 10 milhões de ucranianos estão privados de eletricidade após uma nova onda de bombardeios russos, no momento em que o inverno começa a assolar uma população exausta por quase nove meses de guerra, informou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na quinta-feira (17). (AFP)
  • A Rússia anunciou, nesta sexta-feira (18), que iniciou obras para fortalecer a península anexada da Crimeia após a retirada de seus soldados da região ucraniana vizinha de Kherson, diante da contraofensiva de Kiev. (AFP)
  • A Ucrânia anunciou, nesta sexta-feira (18), a reabertura da linha de trem entre a capital do país, Kiev, e Kherson, uma semana após a retirada do Exército russo dessa importante cidade do sul do país. (AFP)

17 de novembro – quinta-feira

  • Os ataques da Rússia contra a infraestrutura civil da Ucrânia constituem uma campanha de “terror” e “crimes de guerra”, após o fracasso completo no campo de batalha, disse o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o general Mark Milley, nesta quarta-feira (16). (AFP)
  • Os preços do petróleo caíram nesta quarta-feira (16), revertendo o que aconteceu na terça-feira após a notícia da queda de um míssil na Polônia que foi atribuído à defesa antiaérea da Ucrânia contra ataques russos. (AFP)
  • A Rússia é “totalmente responsável” pela queda de um míssil na Polônia, que matou duas pessoas na terça-feira (15), afirmou nesta quinta-feira (17) o chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kuleba, após uma conversa por telefone com o secretário de Estado americano, Antony Blinken. (AFP)
  • A Rússia executou nesta quinta-feira (17) uma nova onda de ataques em várias regiões da Ucrânia, onde foram registradas as primeiras nevascas em meio a cortes de energia elétrica provocados pelos bombardeios das tropas de Moscou. (AFP)

16 de novembro – quarta-feira

  • Sem dúvida’ o míssil que atingiu a Polônia não era ucraniano‘. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse estar convencido de que o míssil que caiu na Polônia e matou duas pessoas na noite de terça-feira (15) não era ucraniano. (The Guardian*)
  • A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a Polônia (que faz parte dessa organização) afirmaram que a explosão, em um povoado polonês perto da fronteira com a Ucrânia, provavelmente se deveu a um míssil lançado pela defesa aérea de Kiev para tentar contra-atacar as ações da Rússia. Moscou negou envolvimento. (AFP)
  • O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, sugeriu nesta quarta-feira (16) que a Rússia é responsável, em última análise, por uma explosão mortal ocorrida na Polônia, que aconteceu, segundo ele, quando as forças de Moscou atacaram civis e infraestrutura na Ucrânia. (AFP)
  • A Polônia, um país da Otan, colocou seus militares em alerta na terça-feira (15), depois que teve seu território atingido por um “míssil de fabricação russa”, algo que ameaça desencadear uma escalada perigosa na Europa. (AFP)
  • A Rússia afirmou nesta quarta-feira que o míssil que atingiu o território polonês na terça-feira é um projétil disparado por um sistema de defesa das forças de Kiev e garantiu que seus ataques mais próximos à fronteira entre Ucrânia e Polônia aconteceram a mais de 35 km do limite. (AFP)
  • O ministério da Defesa da Rússia negou nesta quarta-feira ter atacado Kiev na terça-feira (15) e afirmou que os danos na capital ucraniana foram provocados pela defesa antiaérea ucraniana. (AFP)

15 de novembro (terça-feira)

14 de novembro – segunda-feira

  • Um estudante zambiano de 23 anos condenado na Rússia e detido em uma prisão nos arredores de Moscou foi encontrado morto em ação na Ucrânia, anunciou o governo ucraniano nesta segunda-feira (14). (AFP)
  • O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky visitou, nesta segunda-feira (14), Kherson, cidade estratégica do sul do país recuperada após vários meses de ocupação russa, informou à AFP uma fonte de seu gabinete. (AFP)
  • Tropas russas cometeram “as mesmas atrocidades” na região de Kherson, recentemente libertada por Kiev, que em outras partes ocupadas por Moscou na Ucrânia, denunciou o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, no domingo (13). (AFP)

12 de novembro – sábado

  • O ministro ucraniano das Relações Exteriores, Dmitro Kuleba, afirmou neste sábado (12) que “a guerra continua”, após o êxito de seu país em reconquistar a cidade de Kherson, no sul, das mãos russas. (AFP)
  • As tropas ucranianas reconquistaram, nesta sexta-feira (11), a cidade de Kherson, no sul do país, e reivindicaram uma “importante vitória” contra a Rússia, que retirou suas forças da única região que havia ocupado em quase nove meses de combates. (AFP)
  • Altos funcionários da ONU e o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia começaram nesta sexta-feira (11) discussões sobre os obstáculos às exportações de fertilizantes e cereais russos, pouco antes da expiração de um acordo crucial para lutar contra a crise alimentar. Diálogos terminaram sem grandes avanços. (AFP)

11 de novembro – sexta-feira

  • Os Estados Unidos proporcionarão sistemas de defesa aérea e mísseis terra-ar para a Ucrânia como parte de um novo pacote de assistência de segurança avaliado em 400 milhões de dólares, anunciou o Pentágono na quinta-feira (10). (AFP)
  • A Ucrânia reivindicou, na quinta-feira (10), a recuperação de mais de 40 localidades no sul do país, onde as tropas russas iniciaram uma retirada da província de Kherson, considerada um novo revés para o presidente Vladimir Putin. (AFP)
  • Ao menos cinco pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque com mísseis contra um edifício residencial na cidade de Mykolaiv, sul da Ucrânia, na quinta-feira à noite, anunciaram as autoridades regionais nesta sexta-feira (11). (AFP)
  • A Rússia afirmou nesta sexta-feira (11) que concluiu a retirada de suas tropas da margem oeste do rio Dnieper, depois que Moscou anunciou que tomou a “difícil decisão” de recuar.

10 de novembro – quinta-feira

  • Mais de 100.000 soldados russos morreram ou foram feridos desde o início da invasão da Ucrânia, afirmou na quarta-feira o comandante do Estado-Maior dos Estados Unidos, Mark Milley, que calcula baixas similares para as forças ucranianas. (AFP)
  • A Ucrânia reagiu com ceticismo ao anúncio de que a Rússia vai retirar as tropas da cidade de Kherson, com um apelo para o prosseguimento da resistência até a libertação de todas as localidades ocupadas. (AFP)

09 de novembro – quarta-feira

08 de novembro – terça-feira

  • A Ucrânia recebeu, nesta segunda-feira (7), novos sistemas ocidentais de defesa antiaérea para neutralizar os bombardeios maciços da Rússia, que têm provocado cortes no abastecimento de água e eletricidade, a poucas semanas do inverno, no hemisfério norte. (AFP)
  • A Coreia do Norte rejeitou, nesta terça-feira (8), as acusações dos Estados Unidos de que Pyongyang fornece armas à Rússia para sua guerra na Ucrânia, chamando-as de “infundadas”, segundo a agência estatal KCNA. (AFP) 
  • A energia elétrica retornou à cidade de Kherson, que fica no sul da Ucrânia e é controlada pelas tropas russas, após dois dias de apagão, anunciou, nesta terça-feira, um dos principais nomes do governo de ocupação, Kirill Stremousov. (AFP) 

07 de novembro – segunda-feira

  • O Irã admitiu, no sábado (5), ter fornecido drones à Rússia antes da invasão da Ucrânia no final de fevereiro, confirmando as acusações de Kiev contra Moscou de uso de drones iranianos para seus ataques contra civis e infraestruturas. (AFP)
  • Um bombardeio ucraniano danificou no domingo (6), a represa de Kakhovka, no sul da Ucrânia, e provocou cortes de água e eletricidade da cidade de Kherson, informaram as autoridades de ocupação russas. (AFP)

6 de novembro – domingo

  • Bombardeio ucraniano danifica represa de Kakhovka, na região de Kherson, ocupada por Moscou. (AFP)

4 de novembro – sexta-feira

  • O chefe de Governo da Alemanha, Olaf Scholz, pediu nesta sexta-feira (4) em Pequim ao presidente russo Vladimir Putin que “não recuse” a prorrogação do acordo sobre as exportações de cereais ucranianos, que expira em 19 de novembro. (AFP)
  • A exportação de cereais a partir de portos ucranianos foi retomada na quinta-feira (3), depois que a Rússia se reincorporou ao acordo que garante o trânsito pelo Mar Negro, embora semeando dúvidas sobre sua permanência. (AFP)
  • A Alemanha e a China concordaram em rejeitar qualquer ideia de um ataque nuclear no contexto da guerra na Ucrânia, informou nesta sexta-feira (4) o chanceler alemã após uma visita a Pequim. (AFP) 

3 de novembro – quinta-feira

  • O Conselho de Segurança da ONU rejeitou na quarta-feira (2) uma resolução proposta pela Rússia que pedia a investigação sobre o suposto envolvimento de Washington em um suspeitado desenvolvimento de armas biológicas na Ucrânia. (AFP)
  • Seis navios carregados com cereais saíram nesta quinta-feira (3) de portos ucranianos, um dia depois de a Rússia retornar ao acordo que permite as exportações, anunciou o ministério da Defesa da Turquia. (AFP) 
  • A desinformação e o ódio contra os judeus “aumentaram” na internet desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, agravando uma tendência que começou com a pandemia de covid-19, de acordo com um relatório da União Europeia (UE) publicado nesta quinta-feira. (AFP)

2 de novembro – quarta-feira

  • A Rússia convocará o embaixador britânico para entregar-lhe “provas” de seu envolvimento nos recentes ataques com drones contra a frota russa na península da Crimeia, informou Moscou nesta quarta-feira (2). (AFP)
  • As exportações de grãos ucranianos foram retomadas, nesta quarta-feira (2), depois que a Rússia voltou ao acordo mediado pela ONU e pela Turquia para estabelecer um corredor marítimo seguro no Mar Negro. (AFP)

01 de novembro – terça-feira

  • O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse na segunda-feira (31) que é hora de as gigantes do petróleo pararem de “especular na guerra”, aludindo aos lucros recordes para essas empresas, enquanto as famílias americanas lutam com a inflação descontrolada. (AFP)
  • O magnata Oleg Tinkov, fundador do banco online Tinkoff, anunciou na segunda-feira (31) que renunciou à nacionalidade russa por causa do conflito na Ucrânia, que ele havia criticado anteriormente. (AFP)
  • O fornecimento de água e energia elétrica foi restabelecido na região de Kiev, um dia após ataques russos que provocaram cortes em larga escala no abastecimento, anunciou nesta terça-feira (1º) o prefeito da capital da Ucrânia, Vitali Klitschko. (AFP)

31 de outubro – segunda-feira

  • A Rússia disse no domingo (30) que recuperou restos dos drones que atacaram sua frota em Sebastopol, afirmando que os dispositivos usaram uma “zona segura” do corredor de transporte de grãos e que um deles poderia ter sido lançado de um “navio civil”. (AFP)
  • A delegação da Rússia que participa, desde o início de agosto, da inspeção de navios com grãos ucranianos em Istambul, decidiu se retirar “por tempo indeterminado”, anunciou no domingo (30) o Centro de Coordenação Conjunta (CCC), que supervisiona as operações de exportação. (AFP)
  • A Rússia lançou, na manhã desta segunda-feira (31), um ataque maciço a instalações energéticas em várias regiões da Ucrânia, privando de água 80% dos habitantes da capital, Kiev, e deixando “centenas de localidades” sem eletricidade em diversas províncias do país. (AFP)
  • Um ataque em larga escala da Rússia estava em curso nesta segunda-feira (31) contra instalações de energia em várias regiões da Ucrânia, afirmou a presidência ucraniana, dois dias após um ataque contra a frota russa na Crimeia que Moscou atribuiu a Kiev. (AFP)

29 de outubro – sábado

28 de outubro – sexta-feira

  • A retirada de civis da região de Kherson, no sul da Ucrânia, organizada pelas forças de ocupação russas, foi concluída em meio a uma contraofensiva ucraniana, anunciou uma autoridade pró-russa. (AFP)
  • O órgão nuclear da ONU anunciou na quinta-feira (27) que fará nesta semana uma “verificação independente” em dois sítios nucleares ucranianos a pedido de Kiev, que nega acusações russas de ter escondido provas da fabricação de uma “bomba suja”. (AFP)
  • A Rússia enfrentará “uma grande indignação” se cancelar o acordo que permite a exportação de grãos a partir dos portos da Ucrânia bloqueados pela guerra, declarou na quinta-feira (27) o secretário de Estado americano, Antony Blinken. (AFP)

27 de outubro – quinta-feira

  • A ONU se declarou “relativamente otimista” nesta quarta-feira (26) sobre as perspectivas de renovar um acordo que permite a exportação de grãos a partir dos portos da Ucrânia, bloqueados pela guerra com a Rússia. (AFP) 
  • As autoridades designadas pela Rússia para a Crimeia afirmaram nesta quinta-feira que um drone atacou durante a noite uma central de energia elétrica nesta península anexada por Moscou, mas sem provocar danos significativos. (AFP)
  • A Rússia acusou nesta quinta-feira (27) a Ucrânia de se retirar das negociações de paz em março “sob ordens” dos Estados Unidos, embora “um equilíbrio muito, muito difícil tenha sido alcançado” entre Kiev e Moscou. (AFP) 
  • As autoridades de ocupação russas de Zaporizhzhia anunciaram nesta quinta-feira (27) controles aleatórios nos telefones celulares dos moradores desta região do sul da Ucrânia, que Moscou afirma ter anexado e onde decretou lei marcial. (AFP) 

26 de outubro – quarta-feira

  • O grupo alemão Mercedes-Benz venderá seus ativos na Rússia para um investidor local, anunciou nesta quarta-feira (26) o ministério da Indústria e Comércio, em um contexto de ofensiva na Ucrânia e de sanções ocidentais. (AFP)
  • O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o novo premiê do Reino Unido, Rishi Sunak, tiveram uma primeira conversa nesta terça-feira (25), na qual concordaram em trabalhar juntos para apoiar a Ucrânia e fazer frente à China, informou a Casa Branca. (AFP)

25 de outubro – terça-feira

  • O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, desembarcou nesta terça-feira em Kiev para uma visita surpresa à Ucrânia. (AFP)
  • Cinco pessoas ficaram feridas nesta terça-feira em uma explosão na cidade ucraniana de Melitopol, informaram as autoridades de ocupação pró-Rússia. (AFP)
  • Sete civis morreram e três ficaram feridos na segunda-feira (24) em Bakhmut, na região de Donetsk (leste de Ucrânia), cenário de intensos combates entre as forças ucranianas e o exército russo, informou o governador da região. (AFP)

24 de outubro – segunda-feira

  • A “bomba suja” que, segundo Moscou, a Ucrânia pretende detonar em seu próprio solo, não é um artefato nuclear, mas uma bomba convencional envolta em materiais radioativos destinados a serem disseminados na forma de pó durante a explosão. “Se a Rússia diz que a Ucrânia está preparando algo, isso significa apenas uma coisa: que a Rússia já preparou tudo isso”, reagiu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusando Moscou de tentar justificar uma escalada no conflito.

O termo “bomba suja”, também chamada de “dispositivo de dispersão radiológica” (ou RDD, na sigla em inglês), designa qualquer artefato que, ao ser detonado, espalha um, ou vários, produtos química ou biologicamente tóxicos (ou NRBC, sigla em inglês para nuclear, radiológico, biológico, ou químico). (AFP)

  • O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse nesta segunda-feira (24) que a Rússia encomendou “cerca de 2.000 drones” do Irã para apoiar sua campanha de bombardeio na Ucrânia, que afeta principalmente a infraestrutura elétrica. “De acordo com nossas informações, a Rússia encomendou cerca de 2.000 Shaheds iranianos”, que são dispositivos suicidas, disse ele em uma conferência organizada pelo jornal israelense Haaretz. (AFP)
  • O presidente francês Emmanuel Macron e o chefe de Governo alemão Olaf Scholz não mostram nenhum desejo de participar em uma mediação das negociações de paz pelo conflito na Ucrânia, denunciou o Kremlin. (AFP)

23 de outubro – domingo

  • A operadora nacional ucraniana Ukrenergo iniciou neste domingo (23) uma série de cortes de energia elétrica em Kiev, com o objetivo de “estabilizar” o abastecimento, após os bombardeios russos contra infraestruturas do país. (AFP)
  • Rússia foca em destruir rede elétrica da Ucrânia antes do inverno, diz especialista. A algumas semanas para o inverno na região, ataques de mísseis e drones russos estão atingindo usinas termelétricas, subestações de eletricidade, transformadores e oleodutos. (CNN Brasil)

22 de outubro – sábado

  • As autoridades designadas pela Rússia para regiões do sul da Ucrânia pediram neste sábado (22) aos civis que abandonem de maneira imediata a cidade de Kherson diante do avanço da contraofensiva ucraniana. (AFP)
  • O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou neste sábado (22) que a Rússia executou um ataque em larga escala contra a Ucrânia durante a noite, após os relatos de bombardeios contra infraestruturas cruciais que provocaram cortes de energia elétrica em todo o país. (AFP)
  • Mais de um milhão de residências ucranianas estão sem energia elétrica após os ataques russos às instalações energéticas de todo o país, anunciou neste sábado (22) o vice-chefe de gabinete da presidência do país, Kyrylo Timoshenko. (AFP)

21 de outubro – sexta-feira

  • A Ucrânia acusou a Rússia nesta quinta-feira (20) de ter minado a represa de uma usina hidrelétrica no Sul e decidiu impor um racionamento de energia para aliviar o impacto dos bombardeios russos que destruíram quase um terço das usinas do país antes da chegada do inverno. (AFP)
  • O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, investiu nesta quinta-feira (20) contra seus rivais republicanos por sugerirem que o financiamento dos Estados Unidos à Ucrânia poderia ser reduzido depois das eleições legislativas de novembro. (AFP)
  • As autoridades pró-Rússia da região de Kherson, Sul da Ucrânia, afirmaram nesta sexta-feira (21) que as forças ucranianas mataram quatro pessoas em bombardeios contra a ponte Antonivskiy, sobre o rio Dnipro, utilizada nas operações de retirada da população. (AFP)

20 de outubro – quinta-feira

  • Um incêndio quase destruiu, sem causar vítimas, um lar para refugiados ucranianos no Norte da Alemanha, disse a polícia local nesta quinta-feira (20), citando um ato criminoso. (AFP)
  • A Rússia advertiu, nesta quarta-feira (19), as Nações Unidas para que não investigue os supostos ataques com drones de fabricação iraniana na Ucrânia, unindo-se a Teerã ao negar a origem das armas, enquanto a União Europeia (UE) prepara novas sanções. (AFP)

19 de outubro – quarta-feira

  • As autoridades da ocupação russa na região de Kherson, sul da Ucrânia, anunciaram nesta quarta-feira (19) que pretendem retirar mais de 50.000 pessoas diante da contraofensiva de Kiev. (AFP)
  • O grupo russo de mercenários Wagner iniciou a construção de uma linha de defesa fortificada na região de Lugansk, no leste da Ucrânia, anexada por Moscou no final de setembro, anunciou nesta quarta-feira seu fundador, Yevgeny Prigozhin. (AFP)
  • A União Europeia (UE) trabalha na definição de novas sanções contra o Irã depois de reunir “evidências suficientes” de que forneceu drones à Rússia para serem usados na Ucrânia, anunciou uma porta-voz do bloco nesta quarta-feira. (AFP)
  • Várias explosões foram ouvidas no centro da capital ucraniana Kiev nesta quarta-feira, pouco depois da ativação das sirenes antiaéreas. (AFP)

18 de outubro – terça-feira

  • Mais de mil localidades ucranianas estão sem eletricidade em razão dos bombardeios russos que, segundo a Ucrânia, destruíram 30% das centrais elétricas do país em pouco mais de uma semana. (AFP)
  • Ao menos duas pessoas morreram, nesta terça-feira (18), nos ataques russos contra infraestruturas críticas em Kiev, que provocaram cortes de energia elétrica e de água em parte da cidade, informou o Ministério Público ucraniano. (AFP)
  • A agência estatal de energia nuclear da Ucrânia acusou, nesta terça-feira, a Rússia de prender dois diretores da central de Zaporizhzhia, uma usina controlada pelos russos no sul do território ucraniano. (AFP)
  • A liberdade global na internet retrocedeu pelo 12º ano consecutivo, em particular devido à situação na Rússia, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira (18) pelo grupo americano Freedom House, que, no entanto, registra progressos em países menores. (AFP)

17 de outubro – segunda-feira

  • Pelo menos três pessoas morreram e 19 ficaram feridas, nesta segunda-feira (17), na queda de um caça-bombardeiro supersônico russo sobre um prédio residencial de Yeysk, uma cidade do sudoeste da Rússia perto da fronteira com a Ucrânia – informaram agências russas. (AFP)
  • A Ucrânia denunciou nesta segunda-feira (17) que a Rússia voltou a atacar Kiev com vários “drones suicidas”, um ato de “desespero” de Moscou, de acordo com as autoridades ucranianas. (AFP)
  • Pelo menos 11 pessoas morreram e 15 ficaram feridas em um ataque “terrorista”, no sábado (15), a um campo de treinamento militar russo na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, afirmou o Ministério da Defesa russo. (AFP)
  • A guerra na Ucrânia e a inflação resultante mergulharam milhões de crianças na pobreza na Europa Oriental e na Ásia Central nos últimos meses, alertou um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), publicado nesta segunda-feira (17), noite de domingo em Brasília). (AFP)

14 de outubro – sexta-feira

  • Os estupros e as agressões sexuais atribuídas às forças russas na Ucrânia constituem “uma estratégia militar” e uma “tática deliberada para desumanizar as vítimas”, afirmou a representante especial da ONU sobre Violência Sexual em Conflitos, Pramila Patten. (AFP)
  • O presidente russo, Vladimir Putin, descartou nesta sexta-feira (14) o lançamento “imediato” de novos bombardeios “em massa” na Ucrânia e a expansão da mobilização de tropas anunciada há três semanas após os reveses de suas forças. (AFP)
  • A Rússia anunciou nesta quinta-feira (13) que vai ajudar a organizar a retirada dos moradores da província ucraniana de Kherson, que anexou no mês passado, em um novo sinal de que a contraofensiva ucraniana segue avançando. (AFP)

13 de outubro – quinta-feira

  • A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira por ampla maioria uma resolução condenando “a anexação ilegal” pela Rússia de quatro territórios da Ucrânia, infligindo uma nova derrota diplomática a Moscou, que havia vetado uma resolução semelhante no Conselho de Segurança no fim de setembro. (AFP)
  • Cinco russos recrutados para combater na Ucrânia, no contexto da mobilização decretada em setembro, morreram depois de entrar no exército, indicaram as autoridades russas nesta quinta-feira (13), depois de anúncios de mortes de soldados russos terem se multiplicado nesses últimos dias. (AFP)
  • As forças separatistas pró-Rússia da região ucraniana de Donetsk anunciaram nesta quinta-feira (13) a captura de duas localidades próximas da cidade industrial de Bakhmut, leste da Ucrânia, que Moscou tenta conquistar desde agosto. (AFP)

12 de outubro – quarta-feira

  • Donetsk: Um ataque russo deixou ao menos 7 mortos e 8 feridos na cidade de Avdiïvka. “Os russos atacaram o mercado central, onde estavam muitas pessoas naquele momento”, anunciou o governador ucraniano da região de Donetsk, Pavlo Kyrylenko. (AFP)

Mais:

  • Recessão: o Fundo Monetário Internacional (FMI) fez alerta na última terça-feira (11) sobre os impactos da guerra na Ucrânia e a inflação sobre a economia mundial. Segundo o órgão, a previsão é que países desenvolvidos caiam na recessão em 2023, sob reflexo da desaceleração global que foi gerada a partir deste ano. “Os impactos deste ano reabrirão feridas econômicas parcialmente curadas após a pandemia”, disse o economista-chefe do FMI. (AFP)
  • Bella Ciao: Da Ucrânia ao Chile, de Hong Kong ao Irã, manifestantes de todo o mundo se unem ao ritmo de “Bella Ciao”, o hino da resistência ao fascismo na Itália que se transformou em chamado à liberdade. A música se tornou um símbolo dos protestos atuais desde foi cantada por uma iraniana com o rosto descoberto em um vídeo que rodou o mundo. (AFP)

11 de outubro – terça-feira

  • O Ministério da Defesa da Rússia anunciou nesta terça-feira (11) que suas forças lançaram novos ataques a instalações de energia ucranianas, um dia depois de Moscou fazer grandes investidas a várias cidades do país. (AFP)
  • A Ucrânia anunciou nesta terça-feira (11) que a Rússia havia devolvido os corpos de 62 soldados, em particular aqueles que morreram em julho no bombardeio da prisão de Olenivka, em território ocupado no leste da Ucrânia. (AFP) No mesmo dia, a Procuradoria-Geral da Ucrânia anunciou que exumou os corpos de 78 civis em duas cidades da região de Donetsk, no leste do país, recentemente reconquistadas pelas forças ucranianas.
  • As potências do G7 realizam uma reunião de emergência nesta terça-feira (11) para discutir a recente campanha de bombardeios russos na Ucrânia, ataques que provocaram indignação da comunidade internacional. (AFP)
  • Biden diz à CNN que Putin “calculou mal” a capacidade das tropas russas de ocupar a Ucrânia. O presidente deixou em aberto a possibilidade de diálogo com Putin à margem da reunião do G20 marcada para novembro, mas esclareceu que não estão previstas negociações sobre a Ucrânia. “Não tenho intenção de me encontrar com ele”, disse Biden à CNN, acrescentando que veria Putin se o líder russo quisesse negociar a libertação Brittney Griner, estrela do basquete americano detida na Rússia. (AFP)

10 de outubro – segunda-feira

  • O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, acusou a Ucrânia nesta segunda-feira (10) de preparar um ataque contra seu país, para o qual anunciou o envio de tropas conjuntas com a Rússia, sem dizer onde. (AFP)
  • Os líderes do G7 e o presidente ucraniano Volodimir Zelensky discutirão os últimos ataques na Ucrânia na terça-feira (11), disse o governo alemão nesta segunda (10). (AFP)
  • Uma onda de bombardeios em uma escala não vista em meses atingiu muitas cidades ucranianas, incluindo Kiev, nesta segunda-feira (10), deixando “mortos e feridos”, segundo o presidente Volodimir Zelensky. (Curto News)

09 de outubro – domingo

  • Menos de 24 horas após a explosão na ponte construída pelor russos entre seu território e a Crimeia, a Rússia bombardeou a cidade ucraniana de Zaporizhzhia, deixando cerca de 17 civis mortos e 49 feridos, dentre eles 6 crianças, segundo o presidente ucraniano. As bombas atingiram o território durante a madrugada deste domingo (9).

    Moscou não culpou imediatamente a Ucrânia e as autoridades ucranianas não assumiram formalmente a responsabilidade pela explosão do caminhão-bomba no sábado (8). Segundo o governo russo, ele pertencia a um morador da região russa de Krasnodar.

    Kiev, porém, ameaçou diversas vezes atingir a ponte Kerch, símbolo da anexação da Crimeia e via para abastecimento das tropas russas na Ucrânia. O presidente russo não reagiu publicamente. Durante a noite, os ataques russos foram realizados sobre prédios residenciais em Zaporizhzhia. (AFP)

08 de outubro – sábado

  • Kerch: maior ponte da Europa e única entre Crimeia e Rússia é parcialmente destruída após explosão de caminhão-bomba. No incidente, um grande incêndio danificou parte da ponte, que liga o sul da Rússia à península ucraniana da Crimeia, anexada por Moscou em 2014. A infraestrutura, construída por ordem do presidente russo Vladimir Putin e inaugurada em 2018, é fundamental para o transporte de material militar para as tropas russas destacadas na Ucrânia.

  • Autoridades ucranianas já haviam feito ameaças de ataque à ponte, mas o exército ucraniano e os serviços especiais (SBU) de Kiev não confirmaram nem negaram seu envolvimento na ação. O presidente Volodymyr Zelensky publicou um vídeo com tom irônico sobre o clima “nublado” no sábado na Crimeia – uma provável alusão à fumaça da explosão.

07 de outubro – sexta-feira

  • Dois cidadãos russos chegaram em uma embarcação a uma praia do Alasca e pediram asilo aos Estados Unidos, informou o Departamento de Segurança Nacional americano na quinta-feira (6). (AFP)
  • Brasil, México e Argentina não estão entre os 24 países das Américas que assinaram a declaração de apoio à Ucrânia e condenação a Moscou lida nesta quinta-feira durante a reunião anual da OEA em Lima. (AFP)
  • Pelo menos cinco civis morreram nesta sexta-feira (7) em um ataque ucraniano a um ônibus na região de Kherson, no Sul, onde as forças de Kiev estão realizando uma contraofensiva, disse uma autoridade pró-Rússia. (AFP)
  • Ucranianos encontram vala coletiva em cidade liberada no leste do país. (Agência Brasil)

06 de outubro – quinta-feira

  • O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou nesta quarta-feira (5) que as tropas de Kiev recuperaram três cidades das forças russas na região de Kherson, no sul do país, onde Moscou sofre reveses militares. (AFP)
  • O presidente russo, Vladimir Putin, garantiu nesta quarta-feira (5) que a situação militar nos territórios ucranianos que Moscou anexou se “estabilizará”, depois de sofrer uma série de derrotas no campo de batalha e ver várias cidades serem retomadas pelas forças de Kiev. (AFP)
  • Duas pessoas morreram e cinco estão desaparecidas após ataques contra a cidade de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia, afirmou nesta quinta-feira (06) o governador da região, que acusou a Rússia. (AFP)

05 de outubro – quarta-feira

  • O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quarta-feira (5) a lei de anexação de quatro regiões ucranianas e os decretos que nomeiam formalmente os governantes que Moscou já havia estabelecido nos territórios. (AFP)
  • O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, reivindicou nesta terça-feira (04) os avanços de seu Exército no sul da Ucrânia e anunciou a reconquista de dezenas de localidades das mãos dos russos, ao mesmo tempo em que agradeceu ao presidente dos Estados Unidos pela entrega de novas armas. (AFP)
  • A Ucrânia reivindicou nesta quarta-feira (5) avanços militares na região de Lugansk (leste), até agora controlada quase por completo pela Rússia. (AFP)

04 de outubro – terça-feira

  • Os “crimes” cometidos pela Rússia na Ucrânia devem ser “documentados, julgados e punidos” – declarou a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne, em um debate na Assembleia Nacional na segunda-feira (03). (AFP)
  • A Coreia do Norte expressou nesta terça-feira (04) apoio à anexação de territórios ucranianos pela Rússia e criticou os Estados Unidos e seus aliados por tentarem condenar o comportamento de Moscou na ONU. (AFP)
  • A Suécia bloqueou nesta segunda-feira (3) o acesso em um raio de cinco milhas náuticas no setor dos vazamentos dos gasodutos Nord Stream 1 e 2 no Mar Báltico, anunciou o Ministério Público, encarregado de investigar a suposta sabotagem. (AFP)

03 de outubro – segunda-feira

  • A Rússia “consultará” a população para estabelecer as fronteiras das regiões anexadas de Kherson e Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, afirmou nesta segunda-feira (03) o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. (AFP)
  • Um total de 417 turistas russos chegaram neste sábado (2) à Ilha de Margarita, no nordeste da Venezuela, depois de sete meses de interrupção da conexão pelas restrições aéreas impostas à Rússia por sua invasão da Ucrânia. (AFP)

02 de outubro – domingo

  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou neste domingo (02) que a cidade estratégica de Lyman, na região leste do país, em um dos territórios anexados pela Rússia, está “completamente livre” de tropas de Moscou. (AFP)
  • O papa Francisco suplicou neste domingo (02) ao presidente russo, Vladimir Putin, que acabe com a “espiral de violência” na Ucrânia, ao mesmo tempo que criticou as anexações de territórios por considerá-las “contrárias ao direito internacional”. (AFP)
  • A Ucrânia acusou as forças russas no sábado (1º) de matar a tiros 24 civis, entre eles 13 crianças, em um ataque a um comboio de veículos perto da cidade de Kupiansk, recentemente reconquistada.

01 de outubro – sábado

30 de setembro – sexta-feira

  • Um bombardeio contra um comboio de veículos civis deixou pelo menos 25 mortos nesta sexta-feira (30) no sul da Ucrânia, poucas horas antes de o governo da Rússia formalizar a anexação de quatro regiões ucranianas. (AFP)
  • A Rússia ainda precisa “esclarecer” se vai anexar a totalidade das regiões ucranianas de Kherson e Zaporizhzhia ou apenas as partes que ocupa, afirmou nesta sexta-feira o porta-voz do Kremlin. (AFP)
  • A Rússia anunciou a anexação de áreas do leste e do sul da Ucrânia, mas em Kupiansk (nordeste), as tropas ucranianas continuam afastando o adversário, ameaçando inclusive os eixos de abastecimento. A região de Kharkiv, um dos primeiros objetivos da invasão, continua resistindo às ações do Kremlin, cujas tropas foram obrigadas a recuar após a contraofensiva de Kiev no início de setembro. (AFP)
  • O presidente russo Vladimir Putin deu início nesta sexta-feira (30) ao seu discurso no Kremlin consagrado à anexação de quatro regiões ucranianas após “referendos” amplamente denunciados pela Ucrânia e por seus aliados ocidentais. (Curto News)

29 de setembro – quinta-feira

28 de setembro – quarta-feira

  • A Ucrânia não pode negociar com a Rússia após a organização de “referendos” de anexação em quatro regiões ucranianas, três das quais já anunciaram na noite desta terça-feira (27) que o “sim” venceu, declarou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, à ONU. (AFP)
  • O governo da Ucrânia acusou o Brasil, entre outros sete países, de enviar observadores para dar legitimidade ao referendo que a Rússia organizou para anexar 15% do território ucraniano —o Ministério de Relações Exteriores do Brasil negou que tenha enviado um observador oficial. (g1)

27 de setembro – terça-feira

  • Os dois gasodutos Nord Stream entre Rússia e Alemanha, fora de operação pela guerra na Ucrânia, foram afetados por vazamentos de gás inexplicáveis no Mar Báltico, informaram nesta terça-feira (27) autoridades suecas e dinamarquesas. Causa de tensões geopolíticas nos últimos meses, os dois gasodutos explorados por um consórcio vinculado ao grupo russo Gazprom estão fora de operação devido à guerra na Ucrânia, mas permanecem repletos de gás. (AFP)
  • Geórgia e Cazaquistão, dois países que têm fronteira com a Rússia, confirmaram nesta terça-feira (27) o aumento expressivo da chegada de russos desde que o presidente Vladimir Putin anunciou, na semana passada, uma mobilização militar para enviar reforços à Ucrânia. (AFP)
  • A Rússia não apresentará nenhum filme para a disputa do Oscar, anunciou a Academia Russa de Cinema, no momento em que Estados Unidos e Rússia enfrentam uma das piores crises de sua história devido à ofensiva russa na Ucrânia. (AFP)

26 de setembro – segunda-feira

25 de setembro – domingo

24 de setembro – sábado

23 de setembro – sexta-feira

22 de setembro – quinta-feira

21 de setembro – quarta-feira

20 de setembro – terça-feira

19 de setembro – segunda-feira

17 de setembro – sábado

16 de setembro – sexta-feira

15 de setembro – Quinta-feira

14 de setembro – Quarta-feira

13 de setembro – Terça-feira

12 de setembro – Segunda-feira

  • O Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos denunciou nesta segunda-feira (12) a “intimidação” na Rússia dos opositores à guerra na Ucrânia, assim como as “formas de censura” vigentes no país. (AFP)
  • O exército ucraniano anunciou nesta segunda-feira (12) que retomou “mais de de 20 localidades” em 24 horas como parte de sua contraofensiva para afastar o exército russo. (AFP)
  • Ucrânia desliga a maior usina nuclear da Europa por medidas de segurança, o local está ocupado por tropas russas e é alvo de combate. (g1)

11 de setembro – Domingo 

  • “Milhares” de pessoas fugiram da região de Kharkiv, na Ucrânia, palco da contraofensiva de Kiev, para a Rússia em 24 horas, disse neste domingo o governador da região russa de Belgorod, que faz fronteira com a Ucrânia. “Não foi a noite ou a manhã mais tranquila. Nas últimas 24 horas, milhares de pessoas cruzaram a fronteira”, disse Viacheslav Gladkov em um vídeo postado no Telegram. (AFP)
  • A Ucrânia reivindicou importantes conquistas territoriais, incluindo a cidade de Kupiansk (leste), como parte de uma contra-ofensiva militar contra a Rússia, que decidiu reagrupar suas forças na frente oriental. O exército ucraniano recuperou em setembro “2.000 quilômetros de território” que estavam sob domínio russo, afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sem especificar se tratavam-se de quilômetros quadrados. “Nos últimos dias, o exército russo nos mostrou o que tem de melhor: as costas. Afinal, ele fez o que tinha que fazer: fugir”, provocou Zelensky. Uma das últimas cidades que a Ucrânia afirma ter retomado é Kupiansk, tomada pelas tropas russas pouco depois do início da invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro.

10 de setembro – Sábado

9 de setembro – Sexta-feira

8 de setembro – Quarta-feira

6 de setembro – Terça-feira

  • Rússia acusa Ucrânia por novos bombardeios contra a central nuclear de Zaporizhzhia (AFP)
  • Rússia suspende referendo de anexação em zona ocupada por contraofensiva da Ucrânia (AFP)
  • Último reator da usina nuclear ucraniana de Zaporizhzhia é desconectado (AFP)

2 de setembro – Sexta-feira

1 de setembro – Quinta-feira

31 de agosto – Quarta-feira

Combates no Sul
Gás europeu
Zaporizhzhia

Missão AIEA

Radiação

Curto Curadoria

30 de agosto – Terça-feira

29 de agosto – Segunda-feira

28 de agosto – Domingo

A União Europeia planeja suspender seu acordo de visto de viagem com a Rússia ainda nesta semana (Financial Times* 🚥). O plano de congelar o combinado de 2007 tornará mais difícil e mais caro para os russos conseguirem documentos do Acordo de Schengen. 

27 de agosto – Sábado

  • O governo russo impediu uma declaração conjunta da conferência da ONU sobre desarmamento nuclear (BBC*). A Rússia alegou estar muito preocupada com as atividades militares em torno das usinas nucleares da Ucrânia. O Tratado de Não-Proliferação Nuclear tem a missão de impedir a disseminação de armas nucleares. Ele é revisado a cada cinco anos pelos 191 países que aderiram ao acordo.
  • Quer entender mais sobre esse acordo 👆🏼? Clique aqui. (Politize)
  • O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto que prevê que o país pague um benefício mensal de 10.000 rublos (R$ 839) a refugiados ucranianos que migraram para a o território russo durante a invasão na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro. Leia mais na matéria do Poder 360º.

26 de agosto – Sexta-feira

25 de agosto – Quinta-feira

24 de agosto – Quarta-feira

Imagens do 24.08.22

O Dia da Independência ucraniana, conquistada em 1991 e, neste ano, também a marca os seis meses da Guerra na Ucrânia. Veja mais fotos publicadas pelo Axios.*


23 de agosto – Terça-feira

22 de agosto – Segunda-feira

21 de agosto – Domingo

  • Poucos dias antes da Ucrânia marcar o aniversário de sua independência, coincidindo com seis meses da invasão russa, o presidente ucraniano Volodimir Zelensky alertou que Moscou poderia fazer algo particularmente “cruel” esta semana.  “A Rússia poderia se esforçar para fazer algo particularmente repugnante e cruel”, disse Zelensky durante seu discurso diário no sábado. A Ucrânia comemora em 24 de agosto sua independência da URSS em 1991, que este ano coincide com os seis meses da invasão russa, que causou dezenas de milhares de mortes e destruição em massa no país. (AFP)

20 de agosto – Sábado

19 de agosto – Sexta-feira

18 de agosto – Quinta-feira

  • Quatro meses após a última visita, o secretário-geral da ONU chega à Ucrânia para reunião trilateral com o presidente da Turquia e da Ucrânia, Volodimir Zelensky. Em sua mensagem diária no Telegram, Zelensky anunciou a chegada de Antonio Guterres.
  • O trio irá discutiu as preocupações sobre um possível desastre nuclear, e o representante da ONU tentou negociar a desmilitarização da usina de Zaporizhzhia. Antonio Guterres defendeu que qualquer acidente no local seria um “suicídio”, confira o vídeo sobre o encontro. (Correio do Povo Play). Entenda mais:

17 de agosto – Quarta-feira

16 de agosto – Terça-feira

15 de agosto – Segunda-feira

  • O presidente da Rússia, Vladmir Putin, sinalizou que quer estreitar laços com a Coréia do Norte. Ele escreveu ao líder norte-coreano Kim Pyongyang no dia da libertação da Coréia do Norte, afirmando que a expansão da relação entre os dois países seria de benefício comum e ajudaria fortalecer a segurança e estabilidade na península coreana e no noroeste da Ásia. As informações foram divulgadas pela agência de notícias KCNA, da Coréia do Norte.
  • Está pronto para desembarcar o primeiro navio da Organizações das Nações Unidas para transportar grãos ucranianos à África. Ele carrega 23 mil toneladas de trigo e se dirige à Etiópia, segundo informe do ministro de infraestrutura da Ucrânia. A remessa é parte de um acordo de julho, feito entre Kyiv e Moscou e intermediado pela ONU e a Turquia.
  • No estado de Kharkiv, na Ucrânia, um bombardeiro deixou cinco pessoas feridas e duas em estado grave, segundo um funcionário do governo. De acordo com o comunicado, serviços médicos continuam trabalhando nos locais atingidos.
  • Com o inverno se aproximando, o prefeito de Kiev Vitali Klitschko afirmou que será feito o possível “para manter casas aquecidas”, mas há riscos de ataques de terrorismo, a hospitais e a postos de gasolina, o que prejudicaria a distribuição de gás. Ele alerta que a população precisa se preparar para “diferentes cenários”, além de juntar cobertores e roupas quentes para se proteger em casa.

14 de agosto – Domingo

  • Moradores da região em que fica a usina nuclear de Zaporizhzhia relataram novos bombardeios. Enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirma que se tratam de intimidações russas, as autoridades que ocupam a usina e são pró-Rússia dizem que Kiev está por trás dos ataques. Há uma semana Rússia e Ucrânia se acusam de promover os bombardeiros contra Zaporizhzhia, onde há resíduos radioativos. O primeiro deles ocorreu no dia 5 de agosto.

13 de agosto – Sábado

  • Ucrânia e Rússia se acusaram mutuamente, neste sábado, de ataques contra a central nuclear de Zaporizhzhia, a maior da Europa, que está ocupada pelas tropas de Moscou e tem sido palco de enfrentamentos há uma semana. “Reduzam sua presença nas ruas de Enerhodar. Recebemos notícias de novas provocações por parte dos ocupantes” russos, escreveu no Telegram a agência nuclear ucraniana Energoatom, que publicou uma mensagem de um dirigente local da cidade de Enerhodar (controlada por Kiev), próxima à central nuclear. “Segundo os depoimentos dos moradores, há novos bombardeios nas proximidades de Zaporizhzhia. “O intervalo entre a saída e a queda dos projéteis é de 3 a 5 segundos”, acrescentou a agência na mensagem. Por sua vez, as autoridades de ocupação instaladas pela Rússia em partes do sul da Ucrânia acusaram Kiev de estar por trás dos ataques. (com AFP)

12 de agosto – Sexta-feira

11 de agosto – Quinta-feira

  • ACUSAÇÕES: A Rússia voltou a atacar a usina nuclear de Zaporizhzhia na Ucrânia, que é a maior de toda a Europa. Volodomir Zelensky, presidente ucraniano, afirmou que se trata de uma “chantagem nuclear”. A ONU pediu a suspensão imediata da atividade militar perto da usina, que pode gerar uma “catástrofe”.

Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pediu que os países envolvidos no conflito o controle da central nuclear “o quanto antes” para evitar danos ainda maiores. Em resposta, Moscou alegou ter sido um acidente, mas imagens de satélite sinalizam que os ataques podem ter sido intencionais. As forças russas mantém o controle da usina ucraniana desde 4 de março, logo após o início da sua entrada no país.

  • EVACUAÇÃO: No 78º dia do conflito, a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou a segunda retirada de civis da cidade de Mariupol, na Ucrânia, que a Rússia afirma já ter conquistado.
  • ALÍVIO: O pagamento de 20 bilhões de dólares que correspondem à dívida externa ucraniana será congelada até 2024. Países credores o Reino Unido, França, Alemanha, Japão e Estados Unidos concordaram em adiar a cobrança dos juros diante da instabilidade econômica que se desenha no país após a invasão russa. Moscou afirmou que a ação do país configura xenofobia.
  • TERRORISTA: A Rússia foi declarada como um “Estado patrocinador do terrorismo” pelo parlamento da Letônia, que pede que outros países adotem a mesma medida e que a União Européia deixe de emitir vistos turísticos aos russos e bielorrussos. Os legisladores também afirmaram que “a violência da Rússia cometidas contra civis” são um “genocídio“.

10 de agostoQuarta-feira

  • PEDIDO: O G7, grupo dos países mais industrializados do planeta, criticou nesta quarta-feira a ocupação da central nuclear de Zaporizhzhia e pediu à Rússia que devolva o controle total da usina para a Ucrânia. Os funcionários ucranianos da usina “devem ter condições de executar suas tarefas sem ameaças ou pressão. O controle contínuo da Rússia na central coloca em perigo a região”, afirmam os ministros das Relações Exteriores dos países integrantes do grupo.
  • LESTE: Pelo menos seis pessoas morreram e outras três ficaram feridas nesta quarta-feira (10) em um bombardeio russo na cidade ucraniana de Bakhmut, perto do front leste, de acordo com o governo regional. “Doze prédios residenciais foram danificados e quatro incendiaram chamas”, disse Pavlo Kirilenko, governador de Donetsk.
  • CRIMEIA: A Ucrânia atacou uma base aérea russa na Crimeia (UOL), país que desde 2014 é anexado ao território Russo e está na linha de frente do conflito atual. O bombardeio assustou turistas hospedados em resorts à beira-mar, que foram compartilhados em vídeos nas redes sociais.

Com informações da AFP
Foto de destaque:
Mikhail Klimentyev / SPUTNIK / AFP
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