O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, obteve na segunda-feira (16) a rejeição de algumas reivindicações em uma dúzia de ações judiciais que o acusavam de esconder do público que o Facebook e o Instagram eram prejudiciais às crianças.
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A decisão da juíza do Distrito dos EUA, Yvonne Gonzalez Rogers, em Oakland, Califórnia, surgiu na extensa ação movida por crianças que estão entrando com centenas de processos acusando o Meta e outras empresas de mídias sociais de viciá-las em suas plataformas.
Vinte e cinco desses casos procuraram responsabilizar pessoalmente Zuckerberg, dizendo que o bilionário fundador da Meta criou uma falsa impressão sobre a segurança das plataformas, apesar dos repetidos avisos de que eram impróprias para crianças.
Os demandantes argumentaram que sua estatura pública e seu papel descomunal como a “voz confiável em todas as coisas do Meta” criaram um dever, sob as leis de vários estados, para Zuckerberg falar de forma plena e verdadeira sobre os riscos que seus produtos representam para as crianças.
Mas Rogers afirmou que os autores não poderiam se basear no conhecimento comparativo de Zuckerberg sobre os produtos do Meta para estabelecer que ele pessoalmente devia tal dever a cada autor. Segundo ela, uma decisão desse tipo criaria “um dever de divulgação para qualquer indivíduo reconhecível pelo público”.
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Este post foi modificado pela última vez em 16 de abril de 2024 13:18
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